Tradicionalmente o conhecimento organizacional é passado de geração em geração e colaboradores através de treinamentos técnicos, instrução oral, reuniões, seminários, manuais antigos ou mesmo não é passado. O que, todos estes métodos têm em comum? Baixa adesão dos colaboradores, pouco engajamento, retenção mínima – as vezes nula – do conteúdo aplicado. Agora imagine você se pudéssemos oferecer aos nossos colaboradores um ambiente seguro de experimentação, com objetivos desafiadores, porém claros e com regras bem definidas; feedbacks instantâneos e constantes sobre seu desempenho; onde a comunicação com os outros participantes seja essencial para o desenvolvimento do aprendizado; e ainda todos os participantes estejam engajados no cumprimento dos objetivos comuns?
Este tipo de atividade já existe e se chama: Jogos! Os jogos conseguem levar as pessoas a atingir um grau de motivação intrínseca que poucas atividades conseguem, isto porque eles resgatam no ser humano o prazer em realizar uma tarefa bem-feita, proporcionam um desafio em resolver algum problema, ver claramente os resultados de suas ações.
Este movimento de mercado nos trouxe Gamificação Humanizada, que foca na interação entre os participantes, reconhecendo as melhores estratégias e eficiência dos jogadores no cumprimento dos seus objetivos. Este favorecimento a meritocracia, ambiente descontraído e seu potencial engajador, faz com que esta seja uma ferramenta poderosa na transmissão de conhecimento e valores empresariais.

Conheça alguns jogos do nosso portfólio:

JOGO DO HERÓI

O Jogo do Herói, essencialmente é uma perspectiva para se observar o universo de relações humanas. Uma perspectiva pautada no trabalho de vários autores, em especial Joseph Campbell.

Nesta perspectiva entendemos as relações humanas como uma história sendo contada por nós de forma individual e coletiva. Uma história tanto autoral quanto colaborativa. Estas histórias se relacionam de forma profunda com os mitos, e segundo Campbell “Não precisamos nem mesmo nos arriscar sozinhos na aventura, pois os heróis de todos os tempos já foram à nossa frente. O labirinto já é conhecido, basta seguir os passos do herói.”

Seguindo o pensamento de Campbell os mitos contam histórias que podem nos auxiliar nos desenvolvimentos de nossos dramas e tragicomédias cotidianas. Quando pensamos no herói, pensamos naquele que age, o personagem principal naquele ato (afinal uma história pode ter vários protagonistas), pensamos em nós mesmos e em nossos cotidianos.

Com tudo isso temos um vasto território a ser explorado. Por isso tudo, de forma simplificada, podemos pensar no Jogo do Herói como uma experiência de autoconhecimento e estímulo a insights.
O Jogo do Herói é um jogo de tabuleiro com a proposta de ser um instrumento de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal.
Todos que já jogaram um jogo de tabuleiro, qualquer que seja, conhecem a diversão proporcionada pelos dados, pelas cartas, pedrinhas coloridas e pinos de movimentação. O Jogo do Herói filia-se a essa clássica dinâmica, mas também transcende-a, servindo como suporte para uma experiência única de reflexão.
O Jogo do Herói foi concebido para fornecer um campo comum e seguro onde os participantes podem refletir com profundidade sobre seus desafios e fases da vida, olhando para o que cotidianamente não olhariam e por ângulos e perspectivas múltiplas e integradas, baseado na simbologia presente nos mitos, arquétipos ou padrões universais, lendas e grandes histórias atemporais da humanidade.

Sutileza, leveza, bom humor e um clima de cooperação regem o jogo. É uma experiência singular de afloramento de ideias e revelação de novas perspectivas para resoluções dos desafios pessoais, pautada na relação entre as grandes histórias da humanidade e o dia-a-dia de cada um.

O jogo foi originalmente criado para 4 jogadores e 1 facilitador, que tem o papel de guiar os participantes por entre temas e regras, e principalmente, servir como apoio na tarefa de relacionar as histórias reais da vida dos participantes com o simbolismo que está emergindo na partida, facilitando portanto o entendimento e permitindo uma reflexão mais qualificada dos participantes sobre seus desafios.

Embora criado para 4 participantes, é plenamente possível jogar com menos participantes, 3, 2 e até variações adaptadas para apenas 1 jogador. Perde-se em interação e na riqueza proporcionada pelas perspectivas de outros jogadores, mas ganha-se em dedicação aprofundada e exclusividade de atenção – o formato solitário, é mais indicado para processos de coaching ou como apoio terapêutico.

Quem pode jogar?
Qualquer pessoa pode jogar o Jogo do Herói, basta estar aberta à reflexão e à uma experiência lúdica diferente.
Em ambientes corporativos, recomenda-se enfaticamente que os colaboradores não sejam obrigados a participar. É muito mais efetivo a espontânea adesão através de um convite.

A quem não é aconselhado?
Quem não deseja participar e menores de 14 anos. (Acreditamos que é necessário uma certa maturidade, proveniente de uma mínima experiência de vida, para que o participante possa vivenciar a experiência de forma mais proveitosa).

O que é preciso para jogar?
Um facilitador; um ambiente reservado; três horas e meia (duração do jogo); papel e lápis para anotações.

O que esperar da experiência?
Estimulados pela estrutura e dinâmicas do Jogo, pelo facilitador e pela interação entre os participantes, cada jogador vai interagindo, no seu tempo, com elementos das grandes histórias heroicas da humanidade. Os resultados de forma geral são: apontamentos pessoais, possibilidades de ação em relação ao desafio proposto pelo participante, e na grande maioria dos casos, uma sensação de que o jogo foi feito sob medida para você e para as suas dúvidas.

Quais os possíveis benefícios da experiência?

Efeitos Individuais:

Estimulo à resolução de problemas: a configuração do jogo é orientada para promover uma postura ativa na resolução dos problemas que o participante enfrenta e escolhe trazer para a partida.
Responsabilidade: por posicionar o participante como agente protagonista da própria vida, o jogo vincula o sentimento e postura de responsabilidade da pessoa perante os seus desafios, combatendo desta maneira uma postura de “vítima da vida”.
Criatividade: o jogo permite que os participantes percebam a si mesmos e a seus próprios desafios de uma perspectiva completamente atípica – porém funcional – daquilo que se vive no dia-a-dia, permitindo assim que a pessoa se relacione consigo mesma e com sua vida de maneira inovadora, utilizando recursos e conhecimentos que podem estar sendo ignorados.
Assimilação de Conteúdos: a atmosfera lúdica e cooperativa do jogo estimula a inteligência coletiva, facilitando a assimilação dos conteúdos trazidos pelo jogo.

Inspiração: o jogo foi criado com linguagem, design e atmosfera que promove o encantamento dos participantes, situando-os numa perspectiva mítica e inspiradora, criando o ambiente ideal para a percepção de sincronicidades (coincidências significativas).

Instrumento para Meditação: Ao tirar o participante do turbilhão do dia-a-dia, envolvendo-o num clima pouco usual e direcionando-o para uma reflexão profunda sobre um determinado aspecto durante algumas horas, o jogo promove um efeito semelhante a uma prática meditativa.
Autoestima: o jogo equilibra momentos de inspiração com provocações saudáveis que ajudam o participante a se encontrar além da polarização entre impotência X prepotência, promovendo o encontro com a verdadeira autoestima.

Diversão: jogar é uma brincadeira muito divertida.

Efeitos coletivos:
Cooperação: o jogo é essencialmente cooperativo em seu desenrolar. Os participantes são encorajados o tempo todo para a ajuda mútua, promovendo a cordialidade e a união.
Empatia: o jogo permite a expressão de aspectos interiores dos participantes, revelando sentimentos e facetas pessoais antes inacessíveis aos demais. Como consequência, temos um maior reconhecimento do “outro” e sensibilização pelos seus problemas.

Formação de Vínculos: Os participantes do jogo são aliados em uma atividade transformadora. Transformações envolvem reflexões profundas, inovações radicais, entrega, aceitação. A consequência de partilhar esses momentos especiais é o potencial estabelecimento de vínculos de companheirismo para além da mesa de jogo.

Catalização de Mudanças Coletivas: a natureza dinâmica, interativa e cooperativa do jogo possibilita a transposição das situações de jogo para os desafios coletivos e vice-versa. Os participantes podem usar seus insights pessoais em prol da solução de desafios coletivos.


GROK – JOGO DA EMPATIA

O GROK é um jogo de cartas de sentimentos e necessidades baseado na comunicação não-violenta (CNV) com diversas formas de jogar sozinho e em grupo.
Com formas de jogar engajantes, que trazem diversão, aprendizado e reflexão, ele nos ajuda a escutar os valores, necessidades, desejos, esperanças e sonhos uns dos outros; e a escutar a si mesmo para mais clareza e auto conexão.
É um jogo onde todo mundo ganha e ainda experimenta uma conexão mais profunda consigo mesmo e com os outros


JOGO DE NEGÓCIOS

O Jogo De Negócios da Colabore é a melhor estratégia lúdica para trabalhar a cultura empresarial e o modelo de negócio da sua empresa.
Essa experiência visa, por meio da colaboração e da vivência presencial entre os participantes, potencializar a troca de conhecimentos entre eles, de forma que os envolvidos usem seus repertórios conceituais sobre a estrutura e o modelo de negócio da empresa para juntos responderem perguntas e resolverem desafios
As cartas de conteúdo do jogo são personalizadas conforme a necessidade de cada cliente e geram entendimento sobre a estrutura e o modelo de negócio da empresa.